Thursday, November 30, 2006

Superar a raiva

Há muito tempo atrás existiu um samurai que dedicou boa parte da sua vida a procurar o assassino de seu mestre para vingar a sua morte. Um dia ele o encontrou, sacou sua espada e se aproximou para matá-lo. O assassino, vendo que ia morrer cuspiu na cara do samurai e começou a xingá-lo. O samurai então guardou a katana, deu as costas e foi embora.

Quando interrogado sobre o porque da sua atitude o samurai respondeu que não se deve lutar impulsionado pela raiva.

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Tuesday, November 28, 2006

Não tenha tanta pressa, mas não perca tempo!

Quando li essa frase de José Saramago, logo me veio à cabeça o papel do prazer em nossas vidas. Acredito que o prazer seja algo muito difícil de dosar, porém quando bem dosado traz excelentes benefícios em nossas vidas. Percebo que o prazer sempre foi visto, principalmente pelas religiões, como algo que tem pouco espaço nas vidas das pessoas. Onde a regra sempre foi que devemos labutar demais, e ter prazer de menos. Por conta disso a humanidade perdeu muito tempo para justificar o espaço do prazer em suas vidas, afinal sempre foi algo proibido.

Acredito que ter prazer é uma necessidade para todos nós. Não é ensinado de maneira clara como devemos usá-lo. Há casos em que a ansiedade gerada pela falta de prazer na vida é tão grande, que acaba levando as pessoas para caminhos como drogas entre outras formas de fugas.

Nos tempos atuais, onde fica mais clara que a opressão não é um fenômeno externo e sim fenômeno interno, isto é, as restrições que colocamos em nossas vidas são geradas pelas nossas mentes pelos mais variados motivos. Vale a pena entendermos quais são as restrições individuais para sentir prazer e quais artifícios utilizamos para nos manter distantes dele.

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Monday, November 27, 2006

Como acima, também abaixo

O que foi é o que há de ser; e o que se fez, isso se tornará a fazer;
nada há, pois, novo debaixo do sol.
Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Não!
Já foi nos séculos que foram antes de nós.
Já não há lembrança das cousas que procederam; e das cousas posteriores
também não haverá memória entre os que hão de vir depois delas.

Eclesiastes 1: 9-11

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